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Fotografia: quanto cobrar?

Estive fugindo dessa pergunta por muito tempo. É um assunto tão complexo, mas tão complexo, que qualquer coisa escrita sobre isso vira polêmica e às vezes complica mais do que ajuda.

Por isso resolvi contar um cálculo inicial para montar um orçamento de fotografia com base nos seus custos. Lembre-se: é um cálculo inicial. Não é verdade absoluta. O valor que você chegar usando este cálculo é simplesmente o mínimo que deve ser cobrado para você sobreviver. Com base neste valor você pode ir para o alto e além de acordo com outras regras do mercado.

Fotografia: quanto cobrar?

Mas tome cuidado: cobrar menos do que seus custos não dá. Te prejudica e prejudica o mercado.

Para que serve esse cálculo?

Para chegar no valor do seu serviço. Ou seja: o valor que você vai cobrar para sair da sua cama quentinha e ir atender alguém.

Se você trabalha com fotos de uso pessoal (books, casamentos, etc) você vai somar o valor do serviço ao valor do produto. O valor que você vai passar pro cliente vai ser assim:

Valor do serviço + Fotolivro + Poster (etc.)

Se você vende fotos tipo stock image ou para uso comercial (revistas, anúncios, etc) além do seu serviço é preciso cobrar a licença de uso da imagem. Aqui tem um gerador de valor de licença feito por um colega. Vai ficar assim:

Valor do serviço + Licença de uso

Introdução

O maior erro dos fotógrafos iniciantes é achar que tudo que eles ganham é lucro. Isso é normal pois trabalhamos com serviços, e serviços não são palpáveis. Os custos de um serviço não são óbvios como os custos de um produto. Um iniciante pode cobrar mil reais em um casamento achando que está fazendo mil reais de lucro, mas infelizmente não é assim que funciona e é bem possível que ele esteja pagando para trabalhar.

Vamos começar os cálculos!

Para começar abra uma planilha e comece a anotar tudo que vou mostrar aqui. Se quiser pode usar a planilha que eu estou disponibilizando gratuitamente no final do post.

Vou explicando cada item usando como exemplo o fotógrafo Zequinha (meu fotógrafo imaginário) que mora na Terra do Nunca (minha cidade imaginária.) Como sabem todos esses valores vão mudar de acordo com o local do país aonde você mora e como é o seu padrão de vida.

Chegando ao seu “salário”

Primeiro vamos descobrir o valor que você precisa ganhar todo mês – sempre desconsiderando custos de insumos pagos pelo cliente (como álbuns e outros produtos.) Esse será o valor exclusivo do seu serviço de fotografar, não dos produtos agregados.

Custos básicos de vida (por mês):

  • Aluguel/condomínio/parcela do imóvel onde você mora: R$ 500
  • Água: R$ 30
  • Luz: R$ 50
  • Telefone e internet: R$ 150
  • Celular: R$ 100
  • Alimentação (mercado): R$ 500
  • Vestuário: R$ 100
  • Custo de “manutenção” de filhos ou/e animais de estimação: R$ 400
  • Despesas de carro: R$ 400 (considerando seguro, gasolina, estacionamento, manutenção e qualquer despesa de carro)
  • Se você não tem carro, considere as despesas de transporte (táxi, ônibus, metrô, helicóptero, submarino.)
  • Outros (vale tudo que é básico na sua vida: eu por exemplo não tenho plano de saúde, mas se você tiver adicione aqui, é importante, eu que sou boba)

Custos relacionados à trabalho:

Caso você tenha um escritório/estúdio fora da sua casa, considere aqui os mesmos custos básicos da sua casa: água, luz, telefone, etc. Mesmo trabalhando em casa você ainda vai ter os custos de materiais de escritório (tinta para impressora, papel sulfite, clipes, canetas, tudo), considere também. Se tem algo que você compra só de vez em quando, como um HD externo, divida seu valor total do ano nos 12 meses para descobrir quanto fica.

  • Custo de manutenção do escritório/estúdio: R$ 80 (o Zequinha trabalha em casa.)
  • Taxas de contador/impostos (aquela parte que o governo rouba da gente): R$ 150

Custos de equipamentos (depreciação):

Gente, acreditem em mim: esse custo de equipamento não é investimento ou lazer (que você vai ver mais embaixo). Comprar uma câmera ou um novo computador faz parte do seu trabalho, não do seu lazer. Então nada de colocar “quero a câmera top de linha” nos seus custos de lazer, hein?

O equipamento a gente não conta pelo seu valor em si, e sim pelo seu valor de depreciação. Ou seja: cada dia que você usa seu computador ele vai ficando mais velho, menos adequado e mais lento de acordo com o resto do mundo. Não dá para usar um computador velho e caquético a vida inteira, pois esses equipamentos têm uma vida útil. Eles já são fabricados com essa vida útil pelas empresas do mau que só querem nosso dinheiro =P

A depreciação funciona assim:

A cada x anos você precisa obrigatoriamente trocar de corpo de câmera (o tempo de vida varia para cada uma.) Digamos que você usa uma câmera da linha semi-profissional da Canon (o preço não tem nada de “semi”.) O Zequinha, por exemplo, comprou a 7D, que custou R$ 4.000. Daqui 4 anos ela vai ser uma câmera velhaca e seu obturador já vai estar pra lá de Bagdá. Infelizmente eles já fabricam a bichinha pensando nisso. Então daqui 4 anos o Zequinha vai precisar comprar outra e a top de linha da vez vai custar mais ou menos isso também. Então em 4 anos ela vai depreciar R$ 84 a cada mês. Imagine R$ 84 indo pelo ralo… é isso.

Esse dinheiro deve ser considerado mensalmente, para que não seja preciso tirar do lazer ou dos custos básicos de vida lá na frente, quando for preciso atualizar o equipamento de novo. Infelizmente, ao contrário do que acontecia antigamente, não dá para trabalhar a vida inteira com o mesmo corpo. O digital tem esse custo chato. O Zequinha pode decidir comprar uma câmera nova em menos tempo, mas a 7D ainda vai valer algo e ele vai poder vendê-la para compensar o valor que falta da depreciação.

Se você não é consumista dá para usar a câmera até ela não valer nada mesmo! ;-)

Tá, então consideremos os valores de depreciação por mês de todos os seus equipamentos (lembrando que lente não deprecia, hein!) – a fórmula, de novo, é: valor do equipamento novo/tempo que ele “dura”

  • Câmera(s) adequada(s) para o seu trabalho: R$ 84 (se você trabalha com dois corpos, considere os dois, óbvio ¬¬)
  • Todas as picuinhas que “aparecem” junto com uma câmera nova – baterias, cartões maiores e mais rápidos, grip, etc: R$ 20
  • Computador: R$ 84 (considerando o iMac mais baratinho hoje, de R$ 4000, também trocado a cada 4 anos)
  • Lightroom: R$ 25 (considerando que você vai atualizar a cada 2 anos – R$ 600 no total – tem desconto de atualização, mas aqui é só um exemplo)

Se você guardar na poupança o valor vai render e no final dá pra comprar mais coisinhas. ;)

E claro, outro custo de equipamento que não podemos esquecer: o seguro. Temos que pagar impostos para o governo nos dar segurança e pagar o seguro para empresas particulares nos dar a verdadeira segurança:

  • Seguro do equipamento: R$ 33 (vamos considerar todos os corpos, lentes e flashes do Zequinha, esse valor pode variar muito – R$ 400 por ano)

Pessoalmente não tenho seguro pra tudo. Só pra corpo, lentes e computadores, que são os mais caros e que mais uso.

O Zequinha “perde” R$ 246 por mês em seguro e depreciação de equipamentos. Viu só como fica pouco de forma diluída no tempo de uso? Mais fácil guardar 250 pila por mês do que desembolsar mais de 8 mil de uma vez só.

Uma pausa aqui. Veja quanto deu o valor de tudo acima. No caso do Zequinha deu R$ 2.706. Isso quer dizer que se em um certo mês o Zequinha ganhar R$ 2.706 ele na realidade não ganhou NADA. Só cobriu seus custos. O objetivo, pra ser uma pessoa feliz, é ganhar mais que isso, ou o Zequinha estará sobrevivendo – não vivendo. ;) Se ele ganhar menos que isso estará pagando para trabalhar e eventualmente vai falir.

Custos “supérfluos” (mas necessários para você ser feliz) de vida (por mês):

  • Diversão (cinema, bar, o que você usar para se divertir): R$ 200
  • Alimentação (comer em restaurantes): R$ 200
  • Limpeza/Manutenção (auxiliar de limpeza da sua casa e escritório, caso não seja feito por você): R$ 200
  • Viagens: R$ 400 (considerando uma viagem de 4800 por ano ou várias de menor valor, esse valor pode ser separado por mês em uma poupança.)

Mais uma pausa: coloquei supérfluos entre aspas porque esses itens não são supérfluos. São itens básicos para sua vida ser feliz e sendo feliz você pode oferecer um serviço de qualidade para o seu cliente. É claro que o cliente tem que pagar suas viagens, seu lazer e seus hobbies, e não tem nada de errado nisso. Se ele não pagar, quem vai? ;) Só que é aí que temos que ser realistas e ter bom senso: se o Zequinha acabou de começar a fotografar ele não pode querer já no primeiro ano ir viajar pras ilhas gregas em um cruzeiro chique, né gente? Mas também não dá para deixar de sair, se divertir, viver, mesmo no começo da carreira, ou você fica louco. Então uma dica para você começar: se você acabou de sair da casa dos seus pais ou de outro emprego tente lembrar quanto costumou gastar com essa parte de lazer. A partir daí, conforme você ganha experiência e vira um fotógrafo melhor, pode buscar novas possibilidades e mais grana pra parte de “ser feliz.”

Ps.: é importante notar que um profissional mais experiente não é necessariamente um profissional melhor. Então além de trabalhar que nem um camelo lembre-se de sempre tentar inovar e oferecer serviços cada dia melhores. Tendo sempre um diferencial você poderá cobrar mais! O próprio diferencial também tem valor, e muitas coisas consideradas de “luxo” poderão ser suas com muito direito se o seu trabalho for único e pessoas estiverem dispostas a pagar por ele.

Bom, o Zequinha gasta por mês R$ 1.000 pelo seu lazer. Caso o negócio aperte, o mundo entre em crise ou algo assim ele pode ganhar um pouco menos que isso e ainda consegue viver bem, talvez trocando a viagem internacional por algo mais modesto ;)

Custos de investimento:

Agora vamos ao investimento. Esse valor você vai guardar todo mês com um certo objetivo: comprar um carro, comprar uma casa, um iate, ou até um celular novo… enfim, seu objetivo a longo prazo é “realmente” supérfluo – embora no fundo eu não ache que isso seja supérfluo também rs…

O Zequinha, por exemplo, quer comprar um novo carro daqui 4 anos, e como ele é esperto vai guardar o dinheiro para comprar à vista com desconto e não vai pagar juros. Um carro popular (que com esse preço não tem nada de popular) custa R$ 25.000.

  • Quanto ele precisa guardar por mês, por 4 anos, para conseguir o carrinho: R$ 520

Claro, se ele guardar na poupança o valor vai render e vai dar pra sair da concessionária com ar e trio elétrico ;) (ok, estou fugindo um pouco do assunto)

Ps.: se você usa o seu carro mais para trabalhar do que para o lazer dá para incluir ele lá nos custos de depreciação de equipamentos, afinal carros também têm “validade” de fábrica. Mas dependendo da sua área carro é mais luxo do que necessidade.

Calma, tá quase acabando! :) Agora some todos esses custos. Vamos ao total do Zequinha:

Despesas de vida e trabalho (R$ 2.460) + Depreciação de equipamento (R$ 250) + Custos de uma vida feliz (R$ 1000) + Investimento para o futuro (R$ 520)

Ta-dá! Ele precisa ganhar, no total, R$ 4.230 por mês. Mas esse valor engana: lembre-se que quando você é empregado você só precisa arcar com a parte “Custos de Vida, Vida Feliz e Futuro”. Os custos de trabalho e de equipamento seu chefe paga para você. Mas sendo um fotógrafo autônomo você vai precisar ganhar R$ 4.230 para ter, na realidade, R$ 1.520 no final do mês.

Outros custos/investimentos a se considerar na sua planilha:

  • INSS (para quando o Zequinha for se aposentar)
  • Férias (quando ele for pras ilhas gregas não vai estar fotografando, então esse valor tem que ser adicionado nos planos
  • Estudo (cursos, workshops, palestras)

Indico adicionar esses e outros itens que você achar relevante na sua tabela pessoal.

Ok. Depois de fazer os cálculos de acordo com a sua realidade, hora de saber quanto cobrar por trabalho.

Valor de hora de serviço

Com o valor total em mãos vamos descobrir quanto você precisa cobrar pra ganhar isso. Nessa parte você precisa ser bem realista, hein?

O Zequinha trabalha com casamentos. Então ele não pode considerar o trabalho de segunda a sexta das 9h às 18h, porque ninguém casa nesse horário. Ele vai considerar o seguinte:

Horas de trabalho em um sábado de casamento (padrão): 12h. Horas de trabalho durante a semana: 5h (4 dias por semana, porque ninguém é de ferro). Total de horas trabalhadas em um mês: 68h.

Lembra daquele custo por mês que somamos lá em cima? O Zequinha “custa” R$ 4.230. Pegue esse valor e divida pela quantidade de horas que você irá trabalhar e irá descobrir quanto custa cada hora. No caso do Zequinha, R$ 4.230 / 68h = R$ 62/h.

Pausa aqui também. Gente: tem que ser realista. Não adianta colocar que você trabalha 200h por mês, se você não tem essa quantidade de “selviçu”! Mesmo que você passe 10 horas por dia respondendo orçamentos não preciso nem dizer que essas horas não são remuneradas! O Zequinha trabalha 5h por dia nos casamentos/ensaios/etc que fotografa, horas dedicadas aos clientes que estão pagando. Mas ele fica mais umas 2h respondendo emails e atendendo clientes em potencial, fazendo firula nas redes sociais para divulgar o trabalho, entre outras coisas. Se você tiver mais trabalho, ótimo. Considere trabalhar mais horas do que você planejou ou considere diminuir a quantidade de horas por mês, aumentando o valor de cada hora.

A escolha entre trabalhar mais para ganhar mais ou diminuir a quantidade de horas e consequentemente aumentar o preço de serviço, trabalhando menos, vai depender da sua filosofia de vida.

Agora vamos ao orçamento final!

O Zequinha quer montar um orçamento de casamento. Então ele monta um pacote básico mais ou menos assim:

  • Encontro com os noivos antes do casamento para conversar e discutir detalhes: 2h.
  • Trabalho do casamento, no dia: 12h (desde a preparação do equipamento, ao making of, até quase o fim da festa.)
  • Chegar em casa e fazer backup, separar as fotos ruins, editar para colocar no blog: 4h
  • Enviar provas/conversar com o cliente sobre fotos a mais/dar suporte/explicar tudo de novo: 1h
  • Editar fotos escolhidas do pacote (digamos que 100 fotos) e montar álbum: 7h
  • Impressão, Montagem de álbum, tudo relacionado à álbuns: até 3h
  • Montar slideshow, postar fotos no orkut, postar slideshow no vimeo, enviar email avisando que fez tudo isso: 1h

Ok. Para cada casamento o Zequinha dedica 30 horas.

Isso quer dizer que, só para ele ir lá fotografar o casamento, ele precisa cobrar 30h x R$ 62 = R$ 1860. Esse é o valor do trabalho dele.

Adicione nesse orçamento (daí você escolhe se coloca tudo junto ou separado para seu cliente) os outros custos, de insumos por exemplo, que não são custos seus:

  • Cachê do assistente
  • Álbum com acabamento X ou Y
  • Fotos adicionais (conforme o valor para finalizá-las por hora + valor de impressão)
  • Poster
  • E por aí vai…

Se o cliente quiser fazer um ensaio tipo “trash the dress”, você considera umas 4h de sessão + 4h de edição de fotos e postação no blog, dá R$ 496 pelo ensaio (sem álbuns e outros insumos, é só o valor do seu trabalho de ir lá fotografar.) Se o cliente quiser um ensaio de noivado, a mesma coisa.

Viu como é simples? :P

Essa é a única forma de calcular meu preço?

Não! Esse é um dos métodos. Você pode usar outros métodos totalmente diferentes, como pegar o seu custo total e dividir por 4 casamentos por mês ou pesquisar o valor cobrado por outros fotógrafos do seu ramo e considerar cobrar mais ou menos de acordo com a realidade do mercado na sua região. Você pode misturar vários desses métodos um ao outro. Se você for super mega famoso é claro que você vai cobrar mil vezes mais do que “precisa”, pois vai ter gente disposta a pagar isso. Mas eu acredito que esse método é o mais equilibrado. Digamos que se todo mundo fizesse assim, teria trabalho pra todos, o cliente pagaria um valor justo, e todo mundo ficaria feliz =)

Planilha

Seja qual for o método que você escolheu, lembre-se que fazer a planilha dos seus custos é bem importante. Se você não souber quanto precisa ganhar para “sobreviver” você pode estar pagando para trabalhar. E isso não é bom para você nem para os seus concorrentes.

E é claro que eu sou uma pessoa super querida e por isso já fiz uma planilha prontinha. É só você adicionar os valores! :)

Download da planilha de custos de fotografia

A planilha foi feita em software livre e funciona lindamente no Google Docs (é só fazer o upload no docs.google.com) – mas testei e é possível também abrir no Excel tanto em Mac quanto em Windows. Caso apareça algum erro é só ignorar e ver se os cálculos estão funcionando. Se estiver, vai em frente e seja feliz! rs…

Espero que seja útil! :)

DISCLAIMER:

Por conta de alguns comentários que recebi neste post gostaria de frisar novamente: este não é um valor definitivo. Você poderá cobrar mais de acordo com as regras básicas do mercado capitalista em que vivemos. O importante aqui é notar que você não pode é cobrar MENOS. Se você cobrar menos do que custa a sua hora, você estará pagando para trabalhar e atrapalhando a sua carreira e o mercado fotográfico inteiro. Por isso, lembre-se: esse não é um valor fechado, é um valor mínimo.


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